Dia 43

Dia 43: Cruzília – Baependi – Caxambu

Por Rafael José Rorato
Adicionado ao site em 03/12/2015
Modificado pela última vez em 11/04/2016 às 23:53

A cidade de Cruzília, além do ótimo queijo com mesmo nome, é conhecida também por ser um pólo de criação de cavalos da raça Mangalarga Marchador. Há na cidade um museu dedicado aos belos animais. Infelizmente, não tive tempo para dedicar uma visita.

Acordo com uma preguiça básica. Organizo a mochila e desço para tomar o café da manhã. Recolho as roupas e busco água para minha viagem. Parto para a estrada e a primeira parada será em Baependi. Antes da cidade, cruzo por paisagens com várias lavouras de café. A caminhada é boa e consigo sombra de árvores em vários trechos. Um extenso trecho que passei entre duas glebas de cafezais e um corredor de árvores.

Ao entrar no acesso viário à área urbana na cidade, recebo um companheiro de caminhada. Um senhor aposentado puxou assunto e veio a comentar de viagens que fez de Opala Caravan, por vários lugares do Brasil. Gostou muito do Rio Grande do Sul. Isso no final da década de 1990. Na época era trabalhador da GM e morava em São José dos Campos. A “liberdade da estrada” é um vício maravilhoso! Ele indica de como ir até a parte central da cidade.

Chego, assim, em Baependi e coloco-me a procura da Igreja da Nhá Chica para carimbar o passaporte. Visito a igreja e compro um escapulário. Depois, resolvo almoçar em um restaurante simples. Observo crianças com uniforme escolar almoçando. O atendimento dos donos foi muito excepcional. Descanso e recupero o fôlego.

Ao andar na rua, uma senhora me indica para procurar a igreja matriz. Segundo ela, é muito bela. Antes, avisto e visito a Igreja de N. S. do Rosário. Depois sigo para a Igreja Matriz de N. S. de Montserrat. A dica da transeunte procede. A igreja é extremamente bela. Recém-reformada, tem muitos detalhes e forração em madeira e vitrais. Fico bestificado com a beleza arquitetônica, muito diferente de todas as igrejas que visitei. O início da construção data da segunda metade do século XVIII. Tiro várias fotos. Um agito de crianças na praça em frente à matriz.

Pelo caminho da saída de Baependi, mais fotos. Na via da saída para Caxambu, muito lixo a beira da estrada. Em uma curta caminhada, chego à cidade.

Entro, assim, no Circuito das Águas. Busco o tradicional Hotel Caxambu para carimbar o meu passaporte. Hospedo-me no Apart Hotel São José, próximo ao local do carimbo e apresentando uma diária mais aderente ao orçamento de minha viagem.

Tomo banho, lavo as meias, Ecoheads e o short térmico. Após, saio para um city tour e tiro muitas fotos. Tento visitar o Parque das Águas, mas estava fechado. Várias construções antigas e elegantes. Passo em um supermercado para comprar mantimentos para o dia seguinte. Literalmente, é uma outra Minas Gerais. Encontro um local para “jantar” um açaí com frutas. Retorno ao hotel para dormir.

43o dia

Caminho Velho
13/outubro/2014
29,78 km percorridos
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